quarta-feira, janeiro 17, 2007

Bem vinda ao país das maravilhas!

Dedico este poema a Natália, a amiga do balacobaco:

E ela desatou a cantar,
Cantar pelas veredas,
Veredas desse mundo,
Sem medo de soltar,
Soltar um dó, ré, mi, sol, fá,
E um si bemol profundo...

E a cada nota solta,
Um carrossel de sensações,
Se espalhava, escoava, misturava,
à vida dos transeuntes,
Explosão de ocasos,
Profusão de Auroras,
Carretel de cores...

Ninguém,
Ninguém sabia como ela o fazia,
fazia melodia, sorriso, sinestesia,
mas que era bonito,
ah, isso era...

Um comentário:

Nat. disse...

poxa pedro, eu não sem nem como agradecer.
como já disse lá no orkut(orkut é uma palavra triste, eu sei ._.), eu acho que não mereço tanto!
mas muito obrigada, essas tuas palavras me proporcionaram uma enorme alegria, que veio bem a calhar depois de um dia cansativo como foi o meu hoje.
nada melhor! :D
:*