Dedico este poema a Natália, a amiga do balacobaco:
E ela desatou a cantar,
Cantar pelas veredas,
Veredas desse mundo,
Sem medo de soltar,
Soltar um dó, ré, mi, sol, fá,
E um si bemol profundo...
E a cada nota solta,
Um carrossel de sensações,
Se espalhava, escoava, misturava,
à vida dos transeuntes,
Explosão de ocasos,
Profusão de Auroras,
Carretel de cores...
Ninguém,
Ninguém sabia como ela o fazia,
fazia melodia, sorriso, sinestesia,
mas que era bonito,
ah, isso era...
Um comentário:
poxa pedro, eu não sem nem como agradecer.
como já disse lá no orkut(orkut é uma palavra triste, eu sei ._.), eu acho que não mereço tanto!
mas muito obrigada, essas tuas palavras me proporcionaram uma enorme alegria, que veio bem a calhar depois de um dia cansativo como foi o meu hoje.
nada melhor! :D
:*
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