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domingo, agosto 23, 2009
Um conselho
Para todos aqueles que não se sentem aptos ou prontos, ou até mesmo acham que não podem mais. Não se enganem, não iludam seu coração. Nunca é tarde para se amar e ser amado. Os desígnios da vida sempre mostram um caminho que passa rente ao córrego do amor, às vezes estamos tão absortos em viver que não o percebemos. Ou nosso espírito tão machucado que não sobrou espaço para uma nova oportunidade. Nunca perca aquilo que possa te salvar deste mundo. Lembra-te que há vastidões mais vastas que essas alcançadas por nossos olhos ou nossas limitadas mentes e o amor é a porta para tais.
quinta-feira, agosto 06, 2009
Bang Bang, my baby shot me down
Éramos ainda duas crianças quando nos conhecemos. Eu tinha cinco anos, ele seis. No auge dos filmes de cowboy e faroeste. Costumávamos montar em cavalos de pau. Nosso parque de diversão virava o mais recente vilarejo pelos arredores do Novo México, constantemente atacado por índios peles-vermelha.
Ele sempre vestia preto, eu branco. Era como uma velha tradição do faroeste. Contudo não era possível dois postos de xerife naquela cidadezinha, um teria de sucumbir. Bang, bang! Ele atirou e caí ao chão. Bang, Bang! Aquele som desagradável para sempre em minha mente.
As estações vieram e mudaram os tempos. Quando cresci o chamei de meu. Ele sempre riria e diria "lembra quando nós brincávamos?".
Música tocada e pessoas cantavam. Apenas pra mim os sinos da igreja soavam.
Agora ele se foi e não se por quê. E até estes dias eu ainda choro. Ele nem mesmo disse adeus. Não teve tempo para mentir. E mais uma vez bang, bang! Ele atirou em mim. Bang, bang! Caí ao chão. Bang, bang! Aquele som desagradável. Bang, bang! My baby shot me down...
Ele sempre vestia preto, eu branco. Era como uma velha tradição do faroeste. Contudo não era possível dois postos de xerife naquela cidadezinha, um teria de sucumbir. Bang, bang! Ele atirou e caí ao chão. Bang, Bang! Aquele som desagradável para sempre em minha mente.
As estações vieram e mudaram os tempos. Quando cresci o chamei de meu. Ele sempre riria e diria "lembra quando nós brincávamos?".
Música tocada e pessoas cantavam. Apenas pra mim os sinos da igreja soavam.
Agora ele se foi e não se por quê. E até estes dias eu ainda choro. Ele nem mesmo disse adeus. Não teve tempo para mentir. E mais uma vez bang, bang! Ele atirou em mim. Bang, bang! Caí ao chão. Bang, bang! Aquele som desagradável. Bang, bang! My baby shot me down...
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