Responda:
O que nos leva a viver?
a) Uma força?
b) Um princípio imaterial?
c) Um espírito insaciável de conhecimento?
d) NDA (Não Dirija Alcoolizado hehehe).
Não, a vida não existe e nunca existiu para ser descrita, não porque ela é abstrata (e de fato ela não o é), mas porque descrever o inefável seria ousadia tamanha para um ser que mal acaba de sair das fraldas.
A descrição exige conhecimento do mundo; a descrição da vida exige conhecimento UNIVERSAL. Sendo assim, nenhuma pusilânime criatura neste mundo conseguiu, conseguiria, conseguirá melhor descrever essa força que ultrapassa barreiras; este princípio que se antepõe ao nunca; este espírito que fulge na aurora, no ocaso e no porvir; essa magnificência que nos
instiga a perscrutar o mundo em cima das nuvens ou embaixo das pedras limosas.
Enfim, ninguém (nem mesmo eu) obterá esta proeza, pois se alguém o fazê-lo direito, o mundo, o universo, perderiam sua graça e mistério. Como se poderia descrever a vida numa simples folha de papel (monômeros finitos) e julgar que estivesse bem feito? Acaso o mundo não bastasse para tal intento? A Natureza? As guerras sem fim? Não! A vida (nem a morte) nunca será (ão) o(s) modelo(s) artístico (s)ideal(is). Pelo menos nesta era, hora, existência, vida e, talvez, morte...
(por falar em morte, fico com a letra d). E tu, caro leitor?
2 comentários:
concordo plenamente, mas ainda fico com a letra D =P
ei, menino, frauda é fralda!
abraçoooooooo \o/
justamente.
yeah! (como diria Vitor Sheldon rs)
mas, a propósito, eu fico com a letra:
e)a própria vida
de seus ocasos e auroras
cabeças, corações
ósculos e amoras
e perficientes imperfeições
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