sábado, fevereiro 27, 2010

A força

Por mais que todos lhe tentassem alertar para não prosseguir com aquilo
Que seria uma total loucura e que a sanidade lhe deixaria livre para voar
Por mais que tudo conspirasse para ele pensar que não daria certo
Algo dentro dele cochichava-lhe ao ouvido da alma
Algo incansável que lhe forçava febrilmente a continuar
Uma força de tal natureza que seu âmago lhe enchia de esperança
E é de toda réstia dela que se faz a verdadeira chama da paixão
E foi assim que ele, o estúpido teimoso, conseguiu o que queria.
Aqui termina a história de um tolo
[mas um tolo mais feliz.]

Um comentário:

Felipe Aidar disse...

E existe outro tolo que é muito grato pela insistência do tolo desse poema.