quarta-feira, setembro 06, 2006

Quarto motivo da Rosa

Não te aflijas com a pétala que voa,
Também é ser deixar de ser assim.

Rosas verá, só de cinzas franzidas,
Mortas, intactas pelo teu jardim.

Eu deixo aroma até nos meus espinhos,
Ao longe o vento vai falando de mim.

E por perder-me é que me vão lembrando,
Por desfolhar-me é que não tenho fim.

Um comentário:

Anônimo disse...

ai ai.. como ela consegue escrever coisas tão bonitas assim?

e por que pulaste do segundo para o quarto?